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Protestos no Chile continuam mesmo com troca de ministros; cidades registram confrontos – G1

Presidente do Chile faz reforma ministerial

Na capital, por causa dos tumultos, o metrô fechou as portas mais cedo e vai reabrir às 7h na terça-feira uma hora mais tarde do que o normal. Alguns manifestantes voltaram a incendiar estações e a fazer barricadas nas ruas da cidade.

Também em Santiago, um incêndio de grandes proporções atingiu um centro comercial na principal avenida da cidade a 850 metros do Palácio La Moneda, sede do governo. Não se sabe, entretanto, se o fogo tem relação com os protestos que ocorrem na capital chilena.

De acordo com o jornais chilenos, também houve tumulto em Antofagasta, Concepción, Temuco e Valparaíso, com confrontos entre manifestantes e forças de segurança.

Segundo o jornal “La Tercera”, um hospital de Valparaíso cidade portuária que abriga o Legislativo chileno recebeu cerca de 25 pessoas feridas no protesto, a maioria com ferimentos graves nos olhos.

O principal motivo dos protestos desta segunda-feira que reuniu menos pessoas do que outros atos no fim de semana são as mortes de manifestantes. Órgãos de imprensa chilenos estimam que ao menos 20 morreram desde o recrudescimento da crise, há 10 dias. A Organização das Nações Unidas (ONU) vai enviar uma equipe para averiguar as denúncias de violação aos direitos humanos.

Apesar dos tumultos, o governo chileno rejeitou convocar novo estado de emergência. Piñera decretou a medida na madrugada de 19 de outubro, no início da crise, mas ela deixou de valer a partir desta segunda-feira por decisão do presidente após um protesto dias antes reunir mais de 1 milhão de pessoas em Santiago.

O promotor responsável pelas investigações sobre os ataques ao metrô de Santiago, Omar Mérida, negou que estrangeiros estejam entre os suspeitos de vandalismo nas estações. “Não há antecedentes que nos permitam identificar pessoa nenhuma neste minuto. E muito menos determinar, com certeza, a nacionalidade”, afirmou.

A declaração foi dada após reportagem do jornal “La Terceira”, atribuindo a fontes policiais, dizer que venezuelanos e cubanos estariam por trás das manifestações violentas o que gerou repercussão na imprensa local.

“A investigação que eu conduzo não tem registro sobre identidades específicas nem de nacionalidades específicas”, afirmou o promotor.

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