Lula é o principal nome da esquerda e Bolsonaro perde para Moro em 2022, diz pesquisa

Em todos os outros cenários Bolsonaro aparece em 1º lugar, mesmo com sua popularidade em queda e com escândalos revelados dentro de seu próprio partido.

Já dentro da esquerda, o ex-presidente Lula, preso pela operação Lava Jato, aparece como o candidato mais forte entre todos, mas mesmo assim perderia para Bolsonaro.  Em um suposto segundo turno entre os dois, o pesselista ganharia do petista por 46% a 38%

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Lula não pode disputar as próximas eleições por causa da Lei da Ficha Limpa, pois foi condenado  em 2ª instância pelo cado do triplex do Guarujá. Porém, a ação do petista no STF pedindo a anulação do processo por falta de imparcialidade do ex-juiz do caso Sérgio Moro ganhou força depois dos vazamentos de conversas feitas pelo site The Intercept Brasil.

Caso Lula consiga anular sua condenação e sair da prisão, o petista poderá entrar na corrida pela presidência em 2022.

Já com Fernando Haddad também do PT,  Bolsonaro levaria a eleição por 47% a 34%. E o ex-governador do Ceará e candidato na última eleição presidencial pelo PDT, Ciro Gomes, nem chegaria ao segundo turno disputado com Bolsonaro.

Entre os nomes da direita, Bolsonaro ganharia de todos, exceto de Moro. Mesmo negando que participará da corrida presidencial em 2022, em um segundo turno com Bolsonaro, o ministro da Justiça ganharia de 38% a 34%.

A pesquisa também revela que entre os ministro do governo, Moro é o mais bem avaliado. Para 31% da população ele é o melhor integrante do Palácio do Planalto. O ministro da economia, Paulo Guedes, aparece quase em último com apenas 6%

Já em uma eventual disputa entre Bolsonaro e o apresentador da TV Globo, Luciano Huck, que vem articulando sua candidatura para a próxima eleição presidencial, Bolsonaro ganharia de 43% a 39%.

E o Bolsodoria parece que perdeu força. Com seu ex-aliado político e agora rival, o governador de São Paulo, João Doria, Bolsonaro teria a vitória mais avassaladora de todas. O presidente ganharia do tucano por 46% a 26%

O levantamento feito pela revista Veja foi realizado entre os dias 11 e 14 de outubro e possui uma margem de erro  de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

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Repórter do site de CartaCapital

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