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CPI das Fake News chama Delegado Waldir, Joice, Gleisi e assessores de Bolsonaro para falar sobre informações falsas – G1

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura a veiculação de informações falsas, a chamada CPI das Fake News, aprovou nesta terça-feira (23) a convocação dos nomes que devem se apresentar para falar sobre o tema, informou a Agência Câmara. São eles:

  • Fábio Wajngarten, secretário especial de Comunicação Social da Presidência;
  • Felipe Martins, assessor especial da Presidência para assuntos internacionais;
  • Gleisi Hoffmann, deputada federal e presidente do PT;
  • Paulo Marinho, empresário e primeiro suplente do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ);
  • Luciano Hang, empresário e dono da rede de lojas de departamentos Havan;
  • Josias Teófilo, cineasta que dirigiu o documentário “O jardim das aflições”, sobre Olavo de Carvalho, ideólogo ligado ao governo de Jair Bolsonaro;
  • e Bernardo Pires Kuster, youtuber e influenciador digital.

Também foram aprovados convites para:

  • Delegado Waldir (PSL-GO), ex-líder da legenda na Câmara;
  • Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo no Congresso;
  • Elizabeth Warren, senadora americana e pré-candidata a presidente dos Estados Unidos pelo Partido Democrata;
  • Luís Nassif, jornalista;
  • Felipe Moura Brasil, jornalista;
  • representantes dos sites de checagem de notícias E-Farsas, Aos Fatos, Agência Lupa, Estadão Verifica e Fato ou Fake, além dos blogs Revista Fórum, Brasil 247, Brasil de Fato e Diário do Centro do Mundo

De acordo com a Agência Câmara, a maioria dos requerimentos de convocação e convite partiu de parlamentares da oposição que integram a CPI mista. A convocação de Gleisi, no entanto, foi feita por membros da base do governo.

Já o convite à senadora dos Estados Unidos Elizabeth Warren ocorreu por iniciativa iniciativa da deputada Lídice da Mata (PSB-BA), relatora da comissão.

Criada em julho, a CPI das Fake News tem, entre outros objetivos, a finalidade de a investigar “ataques cibernéticos que atentam contra a democracia e o debate público”. Também deve investigar a suposta criação de perfis falsos nas redes sociais para influenciar as eleições presidenciais de 2018 e a prática de “ciberbullying” contra autoridades e cidadãos.

Nas eleições presidenciais do ano passado, surgiram denúncias de que empresas apoiadoras do então candidato ao Planalto do PSL, Jair Bolsonaro, teriam comprado pacotes de disparos de mensagens para difamar, por meio de rede social, o candidato do PT, Fernando Haddad. Bolsonaro nega irregularidades.

A instalação da comissão no Congresso Nacional ocorreu no início de setembro. Formada por 15 deputados e 15 senadores, a CPI das Fake News é presidida pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA).

De acordo com o requerimento de criação da CPMI, a comissãodeve investigar:

  • “ataques cibernéticos que atentam contra a democracia e o debate público”;
  • utilização de perfis falsos para influenciar resultado de eleições de 2018;
  • cyberbullying;
  • e aliciamento de crianças para o cometimento de crimes de ódio e suicídio e contra autoridades.

Qual o papel das redes sociais nas eleições 2018?

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