Glenis Gomes Steckel aponta energias renováveis como solução estratégica para reduzir emissões

Especialista afirma que investir em energia solar, eólica e biomassa é essencial para a transição energética no Brasil e no mundo.

O setor energético vive um momento de transformação. Enquanto combustíveis fósseis ainda dominam a matriz global, a pressão por soluções de baixo carbono cresce em ritmo acelerado. Para Glenis Gomes Steckel, essa mudança não é apenas ambiental, mas também econômica e estratégica. “O mundo está caminhando para a descarbonização. Quem investir agora em energias renováveis terá vantagem competitiva no futuro”, afirma.

Segundo Glenis Gomes Steckel, o Brasil possui vantagens naturais únicas, como alta incidência solar, ventos constantes e grande disponibilidade de biomassa. “Temos capacidade para produzir energia limpa em escala, reduzindo custos e atraindo investidores internacionais. É uma oportunidade histórica que não pode ser desperdiçada”, reforça.

Ele ressalta que a diversificação da matriz energética traz benefícios que vão além da redução de emissões. A expansão da energia renovável gera empregos qualificados, estimula inovação tecnológica e fortalece economias locais. “Cada parque solar ou eólico movimenta comunidades inteiras, criando renda e desenvolvimento sustentável”, explica Glenis Gomes Steckel.

O especialista alerta, no entanto, que a transição exige planejamento. É necessário investir em infraestrutura de transmissão, em políticas de incentivo e em regulação que dê segurança jurídica aos investidores. “Sem clareza regulatória, o setor perde ritmo e oportunidades. O Brasil precisa criar um ambiente favorável para consolidar sua liderança”, defende Glenis Gomes Steckel.

Para ele, as energias renováveis também estão diretamente ligadas à agenda ESG das empresas. “Companhias que adotam energia limpa reduzem pegada de carbono e ganham credibilidade no mercado global. Essa é uma demanda de investidores, consumidores e da própria sociedade”, observa.

Em sua avaliação, a transição energética já está em curso, mas precisa ser acelerada. “O futuro é renovável. A questão não é mais se vamos migrar, mas em quanto tempo conseguiremos fazer isso. E quem se antecipar colherá os maiores benefícios”, conclui Glenis Gomes Steckel.

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